Apenas cinco das 12 cidades-sede que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 deram início a suas obras de mobilidade urbana. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (14), durante o Balanço das Ações do Brasil para o Mundial.
Em relação aos projetos de melhoria do transporte público, as cidades que estão à frente na corrida da preparação para a Copa são Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Nem sequer começaram as obras Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Salvador e São Paulo.
O Ministério do Esporte aposta que as obras de mobilidade urbana serão “o grande legado para a comunidade que o Mundial de futebol deixará”, conforme declarou o ministro Orlando Silva, que participou da divulgação do balanço nesta quarta-feira (14). O governo planeja gastar R$ 12 bilhões com os projetos em todo o país.
O maior orçamento de mobilidade urbana é do Rio de Janeiro, cujas obras iniciaram em março deste ano e deverão ficar prontas em novembro de 2013. O chamado “corredor transcarioca” receberá investimentos de R$ 1,8 bilhão.
O atraso das obras de mobilidade urbana já foi alertado pelo ministro Orlando Silva. Em julho, ele cobrou agilidade e disse que quem não tiver contrato assinado até dezembro de 2011 “poderá ser excluído do mundial”. Além disso, um cronograma de execução dos projetos deverá ser apresentado até o fim de 2013.
O ministro das Cidades, Mario Negromonte, alertou prefeitos e governadores para a necessidade de se alterar a legislação em favor do melhor andamento das obras. Ele destacou ainda o legado que as obras de transporte público deixarão para a comunidade.
Em relação aos projetos de melhoria do transporte público, as cidades que estão à frente na corrida da preparação para a Copa são Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Nem sequer começaram as obras Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Salvador e São Paulo.
O Ministério do Esporte aposta que as obras de mobilidade urbana serão “o grande legado para a comunidade que o Mundial de futebol deixará”, conforme declarou o ministro Orlando Silva, que participou da divulgação do balanço nesta quarta-feira (14). O governo planeja gastar R$ 12 bilhões com os projetos em todo o país.
O maior orçamento de mobilidade urbana é do Rio de Janeiro, cujas obras iniciaram em março deste ano e deverão ficar prontas em novembro de 2013. O chamado “corredor transcarioca” receberá investimentos de R$ 1,8 bilhão.
O atraso das obras de mobilidade urbana já foi alertado pelo ministro Orlando Silva. Em julho, ele cobrou agilidade e disse que quem não tiver contrato assinado até dezembro de 2011 “poderá ser excluído do mundial”. Além disso, um cronograma de execução dos projetos deverá ser apresentado até o fim de 2013.
O ministro das Cidades, Mario Negromonte, alertou prefeitos e governadores para a necessidade de se alterar a legislação em favor do melhor andamento das obras. Ele destacou ainda o legado que as obras de transporte público deixarão para a comunidade.
- Essas obras sozinhas não resolvem o problema da mobilidade urbana. Prefeitos e governadores têm que estar atento para mudar suas legislações. Vamos oferecer um transporte de qualidade, e aí o governo federal faz parceria com Estados e municípios para deixarmos um grande legado para a sociedade, para que as pessoas utilizem mais o transporte público e a gente acabe com esses engarrafamentos das grandes cidades.
O balanço reforçou ainda a intenção do governo de concluir nove estádios até dezembro de 2012. A promessa já havia sido feita há cerca de duas semanas pela presidente Dilma Rousseff, em seu programa de rádio. Apenas Manaus, São Paulo e Natal ficarão atrás e poderão entregar seus estádios até o fim de 2013.
O balanço reforçou ainda a intenção do governo de concluir nove estádios até dezembro de 2012. A promessa já havia sido feita há cerca de duas semanas pela presidente Dilma Rousseff, em seu programa de rádio. Apenas Manaus, São Paulo e Natal ficarão atrás e poderão entregar seus estádios até o fim de 2013.
