
A contagem regressiva de mil dias para a Copa do Mundo de 2014 começa nesta sexta-feira (16) em meio à greve dos operários da reforma do estádio do Mineirão, escolhido pelo governo para receber a visita da presidente Dilma Rousseff e de autoridades da Fifa e do comitê organizador, no principal evento do dia nas cidades-sede do Mundial.
A greve no Mineirão, iniciada na quinta (15), se soma à paralisação que dura mais de duas semanas no Maracanã, o palco principal do Mundial, e aumenta a pressão sobre os organizadores para concluir as obras exigidas para a competição, que estão atrasadas e já foram alvo de duras críticas da Fifa.
Trabalhadores da reforma do Mineirão, um dos estádios em situação mais avançada na preparação para o evento e candidato a receber a abertura do Mundial, abandonaram o trabalho pelo segundo dia consecutivo e protestaram nesta manhã pedindo aumento de salário e melhores condições de serviço.
O protesto aconteceu pouco antes da chegada de Dilma e de autoridades incluindo Pelé, o embaixador do Brasil para a Copa, para visitar o estádio. Em um carro de som do lado de fora do estádio, um dos grevistas prometeu que os trabalhadores só voltarão ao canteiro de obras quando as exigências forem atendidas:
- Se não sair a melhoria para o trabalhador o Mineirão não vai ficar pronto. A obra vai levar é dois mil anos.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção de BH e Região, que não é o representante principal dos trabalhadores do Mineirão, mas participou da manifestação, a paralisação aconteceu porque um acordo fechado após uma greve em junho não estaria sendo cumprido.
Naquela ocasião, as obras ficaram paradas por quase uma semana. O consórcio Minas Arena, que também será responsável por operar o novo Mineirão, disse à época que cumpre as exigências de uma convenção coletiva com os trabalhadores e que mantém "altos padrões de qualidade e segurança".
Os trabalhadores exigem equiparação com o piso salarial pago em São Paulo para as obras de Itaquerão, de R$ 1.150, ampliação do plano de saúde para toda família, aumento no valor do vale-alimentação e melhores condições de trabalho.
A Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo do governo mineiro informou na quinta-feira (15), após o início da greve, que os operários tinham interrompido as obras apenas pela manhã e retomado à tarde, mas os operários garantiram que a greve continua enquanto não forem atendidas às exigências.
Apesar das greves, a situação geral dos estádios está mais adiantada do que obras de infraestrura para a Copa do Mundo, principalmente de mobilidade urbana e reforma e ampliação dos aeroportos -que são os principais motivos de preocupação da Fifa.
A greve no Mineirão, iniciada na quinta (15), se soma à paralisação que dura mais de duas semanas no Maracanã, o palco principal do Mundial, e aumenta a pressão sobre os organizadores para concluir as obras exigidas para a competição, que estão atrasadas e já foram alvo de duras críticas da Fifa.
Trabalhadores da reforma do Mineirão, um dos estádios em situação mais avançada na preparação para o evento e candidato a receber a abertura do Mundial, abandonaram o trabalho pelo segundo dia consecutivo e protestaram nesta manhã pedindo aumento de salário e melhores condições de serviço.
O protesto aconteceu pouco antes da chegada de Dilma e de autoridades incluindo Pelé, o embaixador do Brasil para a Copa, para visitar o estádio. Em um carro de som do lado de fora do estádio, um dos grevistas prometeu que os trabalhadores só voltarão ao canteiro de obras quando as exigências forem atendidas:
- Se não sair a melhoria para o trabalhador o Mineirão não vai ficar pronto. A obra vai levar é dois mil anos.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção de BH e Região, que não é o representante principal dos trabalhadores do Mineirão, mas participou da manifestação, a paralisação aconteceu porque um acordo fechado após uma greve em junho não estaria sendo cumprido.
Naquela ocasião, as obras ficaram paradas por quase uma semana. O consórcio Minas Arena, que também será responsável por operar o novo Mineirão, disse à época que cumpre as exigências de uma convenção coletiva com os trabalhadores e que mantém "altos padrões de qualidade e segurança".
Os trabalhadores exigem equiparação com o piso salarial pago em São Paulo para as obras de Itaquerão, de R$ 1.150, ampliação do plano de saúde para toda família, aumento no valor do vale-alimentação e melhores condições de trabalho.
A Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo do governo mineiro informou na quinta-feira (15), após o início da greve, que os operários tinham interrompido as obras apenas pela manhã e retomado à tarde, mas os operários garantiram que a greve continua enquanto não forem atendidas às exigências.
Apesar das greves, a situação geral dos estádios está mais adiantada do que obras de infraestrura para a Copa do Mundo, principalmente de mobilidade urbana e reforma e ampliação dos aeroportos -que são os principais motivos de preocupação da Fifa.
Em balanço das obras apresentado pelo governo federal esta semana em Brasília, o ministro do Esporte, Orlando Silva, disse que o problema dos estádios está "resolvido".
Nove arenas deverão ser entregues até dezembro de 2012, enquanto a arena de Manaus deverá estar pronta em meados de 2013, segundo o governo. Os estádios de São Paulo e Natal só devem ser concluídos em dezembro de 2013 ou no início de 2014, e já foram descartados da Copa das Confederações de 2013.
Dilma ganha camisa do Galo
Em sua visita ao Mineirão, Dilma viu os croquis do novo estádio. A presidente foi acompanhada por sua comitiva, além do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, o ex-prefeito e ministro Fernando Pimentel, o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, além de outras autoridades, como os ex-jogadores Reinaldo e Pelé.
Em suua chegada, Dilma foi presenteada e posou com uma camisa 10 do Atlético-MG. A presidente é torcedora do Galo. Após visitar os trabalhos realizados no estádio, ela segue para conhecer as obras da Avenida Abraão Caram, que também fazem parte do complexo.
Nove arenas deverão ser entregues até dezembro de 2012, enquanto a arena de Manaus deverá estar pronta em meados de 2013, segundo o governo. Os estádios de São Paulo e Natal só devem ser concluídos em dezembro de 2013 ou no início de 2014, e já foram descartados da Copa das Confederações de 2013.
Dilma ganha camisa do Galo
Em sua visita ao Mineirão, Dilma viu os croquis do novo estádio. A presidente foi acompanhada por sua comitiva, além do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, o ex-prefeito e ministro Fernando Pimentel, o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, além de outras autoridades, como os ex-jogadores Reinaldo e Pelé.
Em suua chegada, Dilma foi presenteada e posou com uma camisa 10 do Atlético-MG. A presidente é torcedora do Galo. Após visitar os trabalhos realizados no estádio, ela segue para conhecer as obras da Avenida Abraão Caram, que também fazem parte do complexo.