
A sequência de tropeços da Portuguesa teve fim na tarde deste sábado (3), e com uma atuação que a torcida acostumou-se a ver no primeiro turno. O time dominou plenamente o Paraná no Canindé, venceu por 2 a 1 e consolidou ainda mais a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, agora com 42 pontos, abrindo três de diferença para a Ponte Preta.
A vitória responsável por encerrar um jejum que já durava quatro partidas foi possível com a volta do toque de bola e velocidade na frente tão cobrados por Jorginho. Edno, em cobrança de falta aos 28min do primeiro tempo, e Cleiton, aos 5min do segundo tempo, fizeram os gols do triunfo.
A Lusa só não balançou mais as redes por falhas ao dar a assistência ou finalizar. Novas chances de gol, contudo, podem ocorrer às 20h30 (de Brasília) de terça-feira (6), em visita rubro-verde ao ABC, em Natal. Já o Paraná, que perdeu a oportunidade de entrar no G-4, tentará se recuperar em casa diante do Americana, um rival direto, no próximo sábado (10).
Apesar de entrar em campo pressionada para encerrar a má fase, a Portuguesa não demonstrou nenhum desespero para agradar à torcida presente e conquistar os três pontos. Desde a saída de bola, preocupou-se em manter a bola no pé, trocando passes com calma até enervar o Paraná.
A movimentação de Edno, Lucas Gaúcho e Ananias era perfeita para Marco Antonio aproveitar-se do cansaço do adversário por tanto correr para ter a bola e encontrar espaços na defesa. A leveza do meio-campo com Guilherme e Boquita facilitava ainda mais o trabalho de avançar e dar chance para os laterais avançarem.
O gol era previsível, e não saiu antes porque Luís Carlos fez excelente defesa em chute de Ananias e Edno teve um tento anulado por impedimento aos 22min. Pouco depois de o Paraná assustar em cabeçada de Hernane, Edno resolveu colocar a supremacia em campo no placar cobrando falta com perfeição aos 28min.
O domínio continuou mesmo depois da saída de Lucas Gaúcho, machucado. Cleiton entrou sem mudar o panorama e o esquema. Tanto que, aos 5min do segundo tempo, teve liberdade para pegar o rebote de sua cabeçada em milagre de Luís Carlos para ampliar a favor da equipe da casa.
A vitória responsável por encerrar um jejum que já durava quatro partidas foi possível com a volta do toque de bola e velocidade na frente tão cobrados por Jorginho. Edno, em cobrança de falta aos 28min do primeiro tempo, e Cleiton, aos 5min do segundo tempo, fizeram os gols do triunfo.
A Lusa só não balançou mais as redes por falhas ao dar a assistência ou finalizar. Novas chances de gol, contudo, podem ocorrer às 20h30 (de Brasília) de terça-feira (6), em visita rubro-verde ao ABC, em Natal. Já o Paraná, que perdeu a oportunidade de entrar no G-4, tentará se recuperar em casa diante do Americana, um rival direto, no próximo sábado (10).
Apesar de entrar em campo pressionada para encerrar a má fase, a Portuguesa não demonstrou nenhum desespero para agradar à torcida presente e conquistar os três pontos. Desde a saída de bola, preocupou-se em manter a bola no pé, trocando passes com calma até enervar o Paraná.
A movimentação de Edno, Lucas Gaúcho e Ananias era perfeita para Marco Antonio aproveitar-se do cansaço do adversário por tanto correr para ter a bola e encontrar espaços na defesa. A leveza do meio-campo com Guilherme e Boquita facilitava ainda mais o trabalho de avançar e dar chance para os laterais avançarem.
O gol era previsível, e não saiu antes porque Luís Carlos fez excelente defesa em chute de Ananias e Edno teve um tento anulado por impedimento aos 22min. Pouco depois de o Paraná assustar em cabeçada de Hernane, Edno resolveu colocar a supremacia em campo no placar cobrando falta com perfeição aos 28min.
O domínio continuou mesmo depois da saída de Lucas Gaúcho, machucado. Cleiton entrou sem mudar o panorama e o esquema. Tanto que, aos 5min do segundo tempo, teve liberdade para pegar o rebote de sua cabeçada em milagre de Luís Carlos para ampliar a favor da equipe da casa.
Em vantagem técnica e no placar, a Portuguesa resolveu descansar e chamou tanto o Paraná para o seu campo que Weverton teve que executar excelente defesa. O lance, contudo, foi um descuido. Bem posicionados taticamente, os anfitriões souberam usar sua velocidade no contra-ataque.
A velocidade na chegada à frente, principalmente pelas laterais, não se transformou em terceiro gol por conta de erros nas finalizações. E o Paraná ainda descontou: aos 38min, Jefferson Maranhão tabelou com Douglas Packer, invadiu a área e encobriu Wéverton. A expulsão de Everton Garroni nos acréscimos, contudo, acabou com qualquer possibilidade de reação visitante.
A velocidade na chegada à frente, principalmente pelas laterais, não se transformou em terceiro gol por conta de erros nas finalizações. E o Paraná ainda descontou: aos 38min, Jefferson Maranhão tabelou com Douglas Packer, invadiu a área e encobriu Wéverton. A expulsão de Everton Garroni nos acréscimos, contudo, acabou com qualquer possibilidade de reação visitante.